29 julho 2017

Resenha: Paixão Libertadora

Título: Paixão Libertadora - Desejo Proibido #2
Autora: Sophie Jackson
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance
Ano: 2016
Páginas: 352
Skoob

Para quem leu a minha resenha para Desejo Proibido (se ainda não leu, leia 😃) sabe o quanto gostei da história e dos personagens. A escrita da autora é muito instigante e eu estava superansiosa por este livro. Estava me roendo de curiosidade para saber mais sobre Max, e culpados, que história incrível. Ouso dizer que Paixão Libertadora é ainda melhor que Desejo Proibido. Me arrebatou completamente.

 Para quem leu Desejo Proibido pode conhecer um pouquinho da história de Max... Max é o melhor amigo de Carter e quando o conhecemos no livro 1, ele não desperta uma boa impressão. Maaaaaaaas, a autora escreveu uma história para quebrar a cara daqueles (a minha rs) que não tinham fé nele. 

Max depois de sofrer perdas irreparáveis e ser abandonado por sua noiva em um momento de tanta fragilidade, para aplacar a sua dor acabou se afundando no mundo das drogas. Ele, estava tão inconstante que em alguns momentos pensou até em pôr fim a sua vida, mas com a ajuda de Carter ele vai para uma clínica de reabilitação.

"Você vai encontrar o seu caminho; são apenas os obstáculos da estrada, filho."
Durante três meses Max aprende outras maneiras de lidar com seu passado, e se sentindo de certa forma melhor ele acaba saindo da clínica e indo passar um tempo com Carter. Mas ele não consegue lidar muito bem com toda a felicidade de Carter e Kat. Não que ele não estivesse feliz pelo seu melhor amigo, é que vê-los em plena felicidade lhe trazia lembranças, e é por medo de ter recaídas que ele acaba resolvendo ficar algum tempo com seu tio no condado de Preston. 

Nesse meio tempo conhecemos Grace. Ela deseja ser dona de si, ser independente depois de tudo o que passou. E é por isso que ela resolve se mudar para o condado de Preston, um lugar mais tranquilo para seguir com sua vida.

E é assim que ela e Max acabam se conhecendo.

Max parecia ser tudo pelo o qual Grace estava fugindo, mas se sentir atraída por ele se tornou inevitável. E é claro que Max também a notou, mas depois de tudo o que passou pensa que não será capaz de amar novamente e por isso não quer se envolver emocionalmente com Grace, pois acredita que ela merece alguém melhor que ele, que a amasse por completo.
"Na verdade, ela apaziguava um pouco da dor dele com seus sorrisos e seu entusiasmo, fazendo Max esquecer as merdas da vida e se concentrar nas coisas boas."
Mas com o passar dos dias, Max e Grace acabam selando um acordo. Eles serão amigos coloridos, sem nenhum envolvimento emocional. 

Claro que inicialmente o acordo é o bastante para os dois, mas depois de algum tempo Grace acaba se apaixonando por ele. E Max, que já era uma bagunça emocional, com o retorno de uma parte dolorosa de seu passado não esclarecida e com a demonstração de sentimentos por parte de Grace, acaba ficando assustado e tomando decisões que poderão destruir tudo entre ele e Grace. 
"Obrigado, mas "felizes para sempre" não existe para mim, doutor... Depois de todas as pessoas que perdi na minha vida, sei que essa é a droga da verdade."
Saber por tudo o que Max passou com mais detalhes foi esclarecedor, e entender suas escolhas se tornou mais fácil, não que elas tenham sido certas. Mas fica evidente que ele escolheu o caminho mais fácil, aquele que o anestesiava fazendo-o esquecer de toda a sua dor por alguns momentos.

Foi incrível ver como Max se empenhou em sua recuperação mesmo com os momentos de recaídas. Ele, um personagem que não despertou em mim nenhum sentimento a não ser o de curiosidade no primeiro livro, nesse me conquistou completamente. Max é apaixonante.

Grace mesmo com o passado e com sua insegurança ainda presentes, não hesitou em tentar ser feliz novamente, mesmo sabendo que eram mínimas as chances de Max amá-la. Foi incrível vê-la superar seus traumas e medos. 

O livro é incrível! E na minha humilde opinião, a autora se superou na construção dessa história. Amei, amei!
"... nunca atenda a porta quando o passado vem bater."

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